QUE E PSICANÁLISE?
A psicanálise surgiu na década de 1890, por Sigmund Freud, através de conversas com pacientes, Freud acreditava que seus problemas originaram-se de uma não aceitação de tais acontecimentos em sua vida, sendo assim, reprimindo seus desejos no inconsciente, nascendo daí uma fantasia. O método básico da Psicanálise é o cliente numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente: sonhos, esperanças, desejos, fantasias, como também as experiências vividas nos primeiros anos de vida em família. Geralmente o analista simplesmente escuta, fazendo comentários somente quando no seu julgamento profissional visualiza uma oportunidade para que o cliente . tome conscientes os conteúdos reprimidos que precisam ser esclarecidos. Escutando seu cliente o analista tenta manter uma atitude de neutralidade. Uma postura de não-julgamento visando criar um ambiente seguro. Tendo como propósito descobrir as necessidades, complexos, traumas e tudo aquilo que perturba o equilíbrio emocional do indivíduo e que se encontra recalcada (afastada e presa) no inconsciente, visando a reeducação afetiva da pessoa, por meio da conscientização dos motivos que a levam a ter determinados comportamentos ou sintomas. A análise consiste essencialmente na evidenciação do significado inconsciente das palavras, ações e produções imaginárias (sonhos, fantasias, etc.) de um indivíduo.
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(32) 3721-4818
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Colo dos pais condiciona emoções do bebê
Contato carinhoso diminui problemas como ansiedade e até depressão
Desde
cedo, a sensação que ele desperta é do maior acolhimento,
proporcionando conforto e segurança capazes de aliviar sofrimentos,
estimular a delicadeza e a troca sincera de afeto. O carinho dos
momentos em que a criança passa no colo da mãe e do pai permanece na
memória para a vida a toda, mesmo que esta recordação não apareça com
imagens na lembrança - trata-se de uma sensação armazenada na memória do
corpo e que funciona como um analgésico poderoso para os momentos
difíceis ao longo da vida. Um estudo feito pelo Departamento de
Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Havard (Estados Unidos)
descobriu que bebês e crianças que tinham esse tipo de contato com os pais eram adultos mais protegidos contra ansiedade e doenças como depressão.
Os resultados foram publicados no periódico The Harvard University
Gazette. Os benefícios, no entanto, são bem mais numerosos do que você
pode imaginar quando fecha os olhos e esquece tudo redor para abraçar o
seu filho bem juntinho, os especialistas revelam tudo.
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Estudo mostra que maus tratos na infância também triplica o
risco de depressão na criança
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Violência física e emocional na infância eleva chance de vícios na vida adulta
risco de depressão na criança

Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriu que o
abuso infantil físico e emocional pode até triplicar o risco de uma
criança sofrer com depressão ao longo da vida. A pesquisa ainda mostrou que outros problemas, como abuso de cigarro e drogas como o álcool,
comportamento suicida e comportamentos sexuais de risco também podem
ser desencadeados pelos maus-tratos na infância. Os resultados desse
trabalho foram publicados dia 27 de Novembro no periódico PLoS Medicine.
Os autores revisaram 124 estudos sobre o assunto e notaram que as
chances de a criança desenvolver depressão triplica se ela sofreu algum
tipo de abuso emocional (receber ameaças, ter seu comportamento
depreciado) e chega ao dobro no caso de crianças que sofreram apenas
abuso físico, quando comparadas com aquelas que nunca sofreram nenhum
tipo de violência. Os estudiosos excluíram os abusos sexuais dos dados
da pesquisa.
Segundo os autores, crianças que sofreram negligência ou abuso físico e
emocional tendem a desenvolver comportamentos de risco que podem levar a
doenças crônicas ao longo da vida. Eles afirmam que todas as formas de
maus-tratos devem ser consideradas como fatores de risco importantes
para a saúde da criança.
Erros mais comuns na educação dos filhos
A criança grita, questiona os limites e desafia os pais, e a primeira
saída é partir para ameaças ou mesmo a violência física. Mas até que
ponto a autoridade pode chegar? Não há uma fórmula de como educar, mas
psicólogos afirmam que o diálogo é sempre a melhor alternativa. Eles dão
conselhos para evitar alguns dos erros que os pais mais costumam
cometer na hora de ensinar.
Não dar explicações
As regras são mais fáceis de serem seguidas se forem compreendidas.
Simplesmente dizer "não pode", "você não vai", pode deixar a criança
brava por não entender o motivo. A demonstração de carinho ajuda a
mostrar que você impõe regras porque quer o bem do filho.
Contar que o "bicho papão" pode pegar o
filho se ele não comer salada nem sempre é uma boa forma de educar.
Segundo a psicóloga Rosmairi Oliveira, de São Paulo, a criança fica
sempre muito atenta ao comportamento dos pais e pode perceber as
pequenas mentiras e passar a mentir também.
Fazer ameaças
É comum os pais ameaçarem a criança com a punição de tirar-lhe algo bom,
ou presenteá-la ao concluir algo de bom. "Isso é condicionar o
comportamento, sem mostrar a importância dele", conta a psicóloga
Rosmairi. Além disso, ameaçar sem cumprir é ainda pior: isso enfraquece a
moral dos pais, pois a palavra fica árida, autoritária e ainda falsa.
falecom.psicanalista@hotmail.comTelefone:

Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriu que o
abuso infantil físico e emocional pode até triplicar o risco de uma
criança sofrer com depressão ao longo da vida. A pesquisa ainda mostrou que outros problemas, como abuso de cigarro e drogas como o álcool,
comportamento suicida e comportamentos sexuais de risco também podem
ser desencadeados pelos maus-tratos na infância. Os resultados desse
trabalho foram publicados dia 27 de Novembro no periódico PLoS Medicine.
Os autores revisaram 124 estudos sobre o assunto e notaram que as
chances de a criança desenvolver depressão triplica se ela sofreu algum
tipo de abuso emocional (receber ameaças, ter seu comportamento
depreciado) e chega ao dobro no caso de crianças que sofreram apenas
abuso físico, quando comparadas com aquelas que nunca sofreram nenhum
tipo de violência. Os estudiosos excluíram os abusos sexuais dos dados
da pesquisa.
Segundo os autores, crianças que sofreram negligência ou abuso físico e
emocional tendem a desenvolver comportamentos de risco que podem levar a
doenças crônicas ao longo da vida. Eles afirmam que todas as formas de
maus-tratos devem ser consideradas como fatores de risco importantes
para a saúde da criança.
Erros mais comuns na educação dos filhos
A criança grita, questiona os limites e desafia os pais, e a primeira
saída é partir para ameaças ou mesmo a violência física. Mas até que
ponto a autoridade pode chegar? Não há uma fórmula de como educar, mas
psicólogos afirmam que o diálogo é sempre a melhor alternativa. Eles dão
conselhos para evitar alguns dos erros que os pais mais costumam
cometer na hora de ensinar.
Não dar explicações
As regras são mais fáceis de serem seguidas se forem compreendidas.
Simplesmente dizer "não pode", "você não vai", pode deixar a criança
brava por não entender o motivo. A demonstração de carinho ajuda a
mostrar que você impõe regras porque quer o bem do filho.
Contar que o "bicho papão" pode pegar o
filho se ele não comer salada nem sempre é uma boa forma de educar.
Segundo a psicóloga Rosmairi Oliveira, de São Paulo, a criança fica
sempre muito atenta ao comportamento dos pais e pode perceber as
pequenas mentiras e passar a mentir também.
Fazer ameaças
É comum os pais ameaçarem a criança com a punição de tirar-lhe algo bom,
ou presenteá-la ao concluir algo de bom. "Isso é condicionar o
comportamento, sem mostrar a importância dele", conta a psicóloga
Rosmairi. Além disso, ameaçar sem cumprir é ainda pior: isso enfraquece a
moral dos pais, pois a palavra fica árida, autoritária e ainda falsa.
falecom.psicanalista@hotmail.comTelefone:

Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriu que o
abuso infantil físico e emocional pode até triplicar o risco de uma
criança sofrer com depressão ao longo da vida. A pesquisa ainda mostrou que outros problemas, como abuso de cigarro e drogas como o álcool,
comportamento suicida e comportamentos sexuais de risco também podem
ser desencadeados pelos maus-tratos na infância. Os resultados desse
trabalho foram publicados dia 27 de Novembro no periódico PLoS Medicine.
Os autores revisaram 124 estudos sobre o assunto e notaram que as
chances de a criança desenvolver depressão triplica se ela sofreu algum
tipo de abuso emocional (receber ameaças, ter seu comportamento
depreciado) e chega ao dobro no caso de crianças que sofreram apenas
abuso físico, quando comparadas com aquelas que nunca sofreram nenhum
tipo de violência. Os estudiosos excluíram os abusos sexuais dos dados
da pesquisa.
Segundo os autores, crianças que sofreram negligência ou abuso físico e
emocional tendem a desenvolver comportamentos de risco que podem levar a
doenças crônicas ao longo da vida. Eles afirmam que todas as formas de
maus-tratos devem ser consideradas como fatores de risco importantes
para a saúde da criança.
Erros mais comuns na educação dos filhos
A criança grita, questiona os limites e desafia os pais, e a primeira
saída é partir para ameaças ou mesmo a violência física. Mas até que
ponto a autoridade pode chegar? Não há uma fórmula de como educar, mas
psicólogos afirmam que o diálogo é sempre a melhor alternativa. Eles dão
conselhos para evitar alguns dos erros que os pais mais costumam
cometer na hora de ensinar.
Não dar explicações
As regras são mais fáceis de serem seguidas se forem compreendidas.
Simplesmente dizer "não pode", "você não vai", pode deixar a criança
brava por não entender o motivo. A demonstração de carinho ajuda a
mostrar que você impõe regras porque quer o bem do filho.
Contar que o "bicho papão" pode pegar o
filho se ele não comer salada nem sempre é uma boa forma de educar.
Segundo a psicóloga Rosmairi Oliveira, de São Paulo, a criança fica
sempre muito atenta ao comportamento dos pais e pode perceber as
pequenas mentiras e passar a mentir também.
Fazer ameaças
É comum os pais ameaçarem a criança com a punição de tirar-lhe algo bom,
ou presenteá-la ao concluir algo de bom. "Isso é condicionar o
comportamento, sem mostrar a importância dele", conta a psicóloga
Rosmairi. Além disso, ameaçar sem cumprir é ainda pior: isso enfraquece a
moral dos pais, pois a palavra fica árida, autoritária e ainda falsa.
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