Ailton Lopes de ávila um apaixonado pela vida, familia e trabalhos sociais nascido em 10/06/1959 em Bom Jesus da Cachoira Alegre, Casado à 23 anos com Srª Andrea de Souza Costa Ávila, pai de 2 Filhos, Aléxia e Abraão, Teologo , psicanalista , HOJE exercendo trabalhos sociais em parceria com Casa de Oração do Bairro São Joaquim, ``Projeto Boas Novas ´´,trabalhos esses extendido a Palestras escolares, Igrejas, Eventos e etc.... Ná área da Psicanálise presto atendimento Psicólogico no Mar Center Shopping Sala 207 A - Centro Muriaé Tel.: 9968-4818 . Colocando-me sempre a vossa disposição tenhamos o seguinte pensamento:"
JUNTOS CONSTRUIREMOS A NOSSA HISTÓRIA NAS PÁGINAS DE NOSSO TEMPO"
Sobre mim
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
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JUNTOS CONSTRUIREMOS A NOSSA HISTÓRIA NAS PÁGINAS DE NOSSO TEMPO"
QUEM SOU EU....

Eu acho que a gente devia ser o que é...
Vivemos tão preocupados com o que os outros vão pensar da gente que nem nos lembramos da nossa identidade...
Vamos à escola, ao trabalho, ao restaurante... Com frases prontas para falar aos amigos, quer dizer, colegas... Porque, quando saímos com nossos verdadeiros amigos, somos quem somos, e não quem as pessoas querem... Nos divertimos, ou até fingimos que estamos alegres, só para causar uma boa impressão... E saímos acabados, dessa diversão fingida...
Quando é a escola, é diferente... Vamos com o uniforme e uma coisinha a mais, que vai definir se você é legal ou não para os seus conhecidos... Não acredita? Tenta ir com uma calça laranja fluorescente e sapatos tamanho 40, pra você ver se alguém vai falar com você do mesmo jeito que falariam se você estivesse com um jeans e um all star...
A escola é um lugar cheio de falsidade... Mas é bom também... Isso é inexplicável...
E o trabalho é um pouco diferente... Você vai para lá com a intenção de trabalhar, é claro, mas acaba tendo que causar uma boa impressão para os seus colegas... E aí você volta desses lugares cansado...
E vamos para casa...
Em casa você é outra pessoa totalmente diferente, mas ainda não é você... Você é uma pessoa com sua mãe, outra com o seu pai, e outra com seus irmãos... Assim eu chego à conclusão de que só somos nós mesmos quando estamos sós... Mas depois de um dia inteiro, um ano inteiro, uma vida inteira sendo outras pessoas, no fim, o seu eu verdadeiro se perde no meio de toda essa loucura... E você vira uma pessoa imaginária, que tem tudo o que sempre quis, mas não sabe qual o propósito disso tudo...
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SEU CÉREBRO: SUA MAIOR RIQUEZA
Não existe impossível na arte da criatividade. Você tem dentro de si capacidades incomensuráveis. Tudo o que necessita já está programado e instalado no seu mais precioso bem: o seu cérebro.
Quando vendemos ou compramos um produto na loja, no supermercado ou no shopping, estamos comprando algo tangível. Todavia, a criatividade, melhor dizendo, as ideias, são uma riqueza intangível; portanto, de um valor incomensuravelmente maior.
O mundo precisa de cérebros. As organizações, instituições corporativas e as academias são apenas alguns dos exemplos de entidades que estão literalmente à caça de talentos inovadores.
Essa riqueza tão procurada está aí, bem dentro de sua cabeça; ou, aqui, dentro da minha.
Já se disse bilhões de vezes que nós, humanos, utilizamos menos de 10% da capacidade de nosso cérebro. E, desde que Darwin publicou, em 1859, o livro: A origem das espécies, sabemos da lei que diz:“tudo o que não se usa se atrofia".
Obviamente, esta verdade é particularmente real e enfática no que respeita à utilização do cérebro.
Pessoas enriquecem e se tornam famosas, nem sempre porque têm talento inato. Todavia, possuem um cérebro, que pode ser treinado, preparado e mudado.
Na verdade, transformado para o sucesso, que, nem seria preciso dizer, quase nunca, necessariamente, significa dinheiro, pois, pode significar, entre outras coisas, realização e aumento da autoestima.
Pense nisso, reflita e continue a pesquisar.
Seu cérebro é a máquina que fará VOCÊ! Um eterno vencedor !!!!!!....
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QUEM SOU EU NESTE DIVÃ? (Lourdes T. Tozetti) 
No meu solipsismo, insisto e não desisto:
Quem é este Eu (in)deter(minado) que urge, mas não surge.
Quer se fazer presente, até então supostamente ausente.
É todo onipotente e onipresente.
Escondido na sombra de meu Ser.
E lá, à minha frente, está o divã e este Eu:
Instável e nada amável,
Indomado, assustado, abalado, malfadado e aprisionado,
Que quer, não só aparecer com naturalidade,
como também parecer com algo coerente, pois se sabe incoerente,
com algo perfumado, pois se sente mal cheiroso,
incongruente, incapaz, inóspito e, assim, inconformado.
É um Eu embaraçoso, vergonhoso e aparentemente pecaminoso.
Que lógica é esta que o faz existir e resistir ao mesmo tempo?
Ele aparece e desaparece. É intenso, talvez hipertenso...
Ele vive brincando com minhas emoções e divagações.
Quem é este Eu (in)deter(minado) que urge, mas não surge.
Quer se fazer presente, até então supostamente ausente.
É todo onipotente e onipresente.
Escondido na sombra de meu Ser.
E lá, à minha frente, está o divã e este Eu:
Instável e nada amável,
Indomado, assustado, abalado, malfadado e aprisionado,
Que quer, não só aparecer com naturalidade,
como também parecer com algo coerente, pois se sabe incoerente,
com algo perfumado, pois se sente mal cheiroso,
incongruente, incapaz, inóspito e, assim, inconformado.
É um Eu embaraçoso, vergonhoso e aparentemente pecaminoso.
Que lógica é esta que o faz existir e resistir ao mesmo tempo?
Ele aparece e desaparece. É intenso, talvez hipertenso...
Ele vive brincando com minhas emoções e divagações.
Quer fazer graça e esqueceu a piada.
Quer fazer desgraça e esqueceu a tragédia.
É não-dito e quer se fazer inédito.
Fica nas entrelinhas, esperando, graciosamente, ser capturado
E afagado. Ser aceito e aplaudido.
Foi rechaçado e ficou entalado.
Ele consegue que, aos poucos, eu o vá reconhecendo.
Talvez meio encabulado, mal arquivado, mas não
Malfadado e mitigado como vinha até então.
Sou só mais este Eu que rompe neste rico divã,
Que não economiza para que seja mais conhecido.
E não sofra mais das intempéries de minha má
Interpretação a que outrora havia sido destinado.
E neste agora, posso contatá-lo, conectá-lo e dizer
Acolhedoramente: Sou só mais um Eu entre tantos
Eus possíveis.
Quer fazer desgraça e esqueceu a tragédia.
É não-dito e quer se fazer inédito.
Fica nas entrelinhas, esperando, graciosamente, ser capturado
E afagado. Ser aceito e aplaudido.
Foi rechaçado e ficou entalado.
Ele consegue que, aos poucos, eu o vá reconhecendo.
Talvez meio encabulado, mal arquivado, mas não
Malfadado e mitigado como vinha até então.
Sou só mais este Eu que rompe neste rico divã,
Que não economiza para que seja mais conhecido.
E não sofra mais das intempéries de minha má
Interpretação a que outrora havia sido destinado.
E neste agora, posso contatá-lo, conectá-lo e dizer
Acolhedoramente: Sou só mais um Eu entre tantos
Eus possíveis.
